Usuários vulneráveis
Sem estrutura externa de proteção
- Pedestres
- Ciclistas
- Motociclistas
Estão mais expostos fisicamente em caso de conflito no trânsito.
Mobilidade urbana e segurança viária
Uma releitura visual sobre transporte público, motocicletas, tempo de viagem e risco para usuários vulneráveis.
Projeto baseado na minha dissertação de mestrado, defendida na EESC/USP, que transforma uma análise acadêmica sobre mobilidade urbana e acidentalidade em uma experiência visual, acessível e orientada à tomada de decisão.
Origem do projeto
Este projeto é uma releitura visual e analítica da minha dissertação de mestrado, defendida na EESC/USP em 2016. A ideia foi transformar uma pesquisa acadêmica sobre mobilidade urbana e acidentalidade em uma experiência mais simples, visual e orientada à tomada de decisão.
A análise original investigou como a perda de atratividade do transporte público, o crescimento da motocicleta e a diferença de tempo entre modos podem afetar a segurança dos usuários mais expostos no trânsito.
Ler dissertação completaO problema em uma frase
Quando o ônibus perde competitividade em tempo, frequência e confiabilidade, parte da demanda busca alternativas individuais. A motocicleta reduz o tempo de viagem, mas aumenta a exposição ao risco.
Antes dos números
Neste projeto, usuários vulneráveis são aqueles que se deslocam sem uma estrutura externa de proteção, como pedestres, ciclistas e motociclistas. Em caso de conflito com veículos maiores, esses usuários estão mais expostos a lesões graves.
Usuários não vulneráveis são aqueles que se deslocam em veículos com carenagem ou estrutura de proteção, como automóveis, ônibus e veículos pesados. Isso não significa ausência de risco, mas uma condição física de maior proteção em caso de acidente.
Indicador principal
A relação entre óbitos de usuários vulneráveis e não vulneráveis passou de 0,85 em 2007 para 2,24 em 2012. Em termos simples: ao longo do período analisado, os óbitos se concentraram cada vez mais entre pedestres, ciclistas e motociclistas.
Sem estrutura externa de proteção
Estão mais expostos fisicamente em caso de conflito no trânsito.
Com estrutura de proteção
Possuem carenagem ou estrutura veicular que reduz a exposição direta em caso de acidente.
Tempo de viagem
A motocicleta não cresce apenas por custo. Ela também responde ao problema do tempo, da espera e da conveniência.
Transporte público
Menos passageiros equivalentes por quilômetro pressionam o custo por passageiro e dificultam o equilíbrio econômico do sistema.
*Hoje a realidade do transporte público é outra.
Dados utilizados
Série 2007-2012 por pedestres, ciclistas, motocicletas, automóveis, veículos pesados e ônibus.
Indicador autoral de prevalência entre usuários vulneráveis e não vulneráveis.
IPKe, passageiros, frota, tarifa e população entre 2003 e 2014.
Comparação entre ônibus, automóvel e motocicleta em linhas urbanas.
Competências demonstradas